Eu sofri bullying

Antigamente não conhecíamos esse nome, mas se sofria da mesma forma. Acho que não tínhamos relatos de ninguém se matando por causa disso, pois não tínhamos a internet e as redes sociais para que tudo fosse pior ou que as informações se propagassem. E posso dizer, tenho medo do futuro da minha filha por causa disso.

Imagem retirada da internet

Eu sofri muito com as brincadeiras e discriminação tanto na infância quanto na adolescência. Acho que o primeiro caso que eu lembro, foi de uma professora, a mesma que me forçou a fazer um desenho para o pai que eu não tinha (bem querida ela, né?), mas vou dizer para vocês que ela tinha bem cara de pessoa tranquila e amável e assim ela falava as coisas ferindo as crianças lentamente sem que fosse tão brutal quanto um grito pudesse ser. 
Depois foram as fases das mudanças e cedo eu já tinha muitas espinhas, então comecei a sofrer com isso. Mas vou dizer, nada parecido com o que eu sofri quando adolescente. 
Bom, depois que minha avó faleceu o dinheiro lá em casa apertou e a saída para continuar estudando em escola particular foi conseguir uma bolsa. E foi exatamente isso que a minha mãe fez, foi o melhor para os meus estudos, mas complicado para eu não me sentir menos do que os outros. 
Eu me sinto a pessoa ame ou deixe-o, sabe?! Sei que não sou uma unanimidade, pois desde sempre não aceitava a história de dançar conforme a música. Claro que isso fez com que eu sofresse a vida inteira. 
No último ano nessa escola umas meninas me perseguiram sem parar, até que um dia eu cansada soltei uma piadinha sobre elas no meio da sala (eu sei, eu pedi). Bastou para que uma delas resolvesse me bater. Mas acho que eu estava com tanta raiva de tudo que tinha sofrido, que no final, quem acabou apanhando foi ela. Nem imaginava a força que eu tinha, mas o que uma raiva acumulada não faz?! 
O problema maior foi quando acabou o 1º grau e eu precisei trocar de escola, já que a minha escola só ia até a 8ª série. 
Eram colegas que eu não conhecia, a maioria de famílias com dinheiro e já tinham seus grupinhos (eu era de uma cidade pequena). 
Primeiro sofri pela minha fisionomia, lembram que a gente estava com problemas financeiros, então, precisava usar aparelho nos dentes e naquela época era super caro e neste ano não tinha como eu colocar. Então muitas vezes ficavam com brincadeirinhas com isso. 
Depois eu ainda consegui fazer inimizade com algumas meninas e elas fizeram questão de todo momento que pudessem me humilhar publicamente. E eu contava tudo para minha mãe, mas minha mãe mesmo tentando intervir era complicado.
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Adendo sobre a minha mãe, ela além de ser mãe solteira, também é filha de mãe solteira. Uma vez voltando da escola foi atacada por um cara na rua, chegou em casa chorando e foi contar para a minha avó e a minha avó não fez absolutamente nada, pois como era mãe solteira achava que tinha que aceitar tudo que faziam a elas. Naquele dia minha mãe prometeu para ela mesma que sempre iria defender a futura filha dela, não importasse o que fosse. 
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E isso minha mãe fez sempre, até algumas vezes exagerava. Mas hoje entendo mais ainda que tudo que ela fez foi para que eu não sofresse, porém é complicado num ambiente escolar, já que precisamos conviver todos os dias com as pessoas que nos atacam.
Com a minha fisionomia depois de um tempo aprendi a entrar na brincadeira e acabei virando amiga dos meninos que me incomodavam. É aquela história, se não pode com eles, junte-se a eles. E do mesmo jeito que eles soltavam brincadeiras para mim, eu soltava para eles e tudo ficava tranquilo. 
Eu fiz magistério nessa escola e então tentava andar mais com as meninas que faziam magistério também do que com os colegas que faziam ensino médio normal. No primeiro ano eles juntavam as turmas e não tinha divisória entre magistério e ensino médio, isso só aconteceu no 2º ano. 
Só que a menina que eu comecei a andar mais, já estudava desde pequena na escola e tinha uma certa condição melhor que a minha. Um dia resolvemos ir em um show e ela chamou as amigas que eram de outra escola para irem também. 
Mas do nada ela disse que não tinha como me dar carona. Ok, tentei entender mais ou menos e fui com os meus primos. Quando estava chegando no local do show, bem na frente, lá está essa minha "amiga" saindo do carro do pai dela com as 2 amigas. 
Olho para o carro e notei que não tinha qualquer motivo para ela não me dar carona, mas tudo bem, era uma idiota e fiquei andando com elas no show. 
Passado alguns dias noto que essa minha "amiga" não quer mais falar comigo, estava estranha. Até que um dia resolvi ligar para ela para saber o motivo e me falou sem pestanejar "minhas amigas te odeiam"
Desliguei o telefone muito triste e chorando muito. Depois ainda descobri o motivo do ódio delas, eu não tinha carro.
Vocês conseguem imaginar como é isso? Que valores essas criaturas tinham recebido? Como é que uma pessoa pode não gostar da outra por causa de bens materiais e não por caráter, simpatia...
Ainda sofri com essas pessoas no meu segundo ano do segundo grau e no terceiro ano aos poucos eu conseguia me virar. Tinha 2 amigas de sempre e convivia mais com a galera que não era da minha turma e me aceitava pelo que eu era e não pelo que tinha (amigos que tenho até hoje). 
Posso dizer que eu sofri muito por isso, mas a vida continuou.
Vocês lembram que eu era a feia? Pois é, com os meninos eu tirei de letra, mas com as meninas foi sempre mais complicado. E a forma que eu achei para me "encaixar", mais ou menos dos 15 aos 17 anos, era ficando com os meninos que algumas meninas gostavam ou coisa assim. Juro que só consigo entender isso hoje. 
Era tipo, "viu, que mesmo tu me achando feia e eu não tendo tanto dinheiro os meninos também gostam de mim."
Não era algo de maldade, muitas vezes não entendia aquilo como intencional e só via as consequências disso depois e entendia que estava errada. 
Isso não era algo que realmente me fazia bem, também não saía ficando com Deus e o mundo, mas parece que era uma forma que eu achava de me sentir aceita. Depois aos poucos minha auto estima foi melhorando e nunca mais tive problemas com isso. 

Imaginem que aconteceu tudo isso, que para alguns pode até ser besta, em épocas antes da internet, imaginem se existissem redes sociais? Certo que o grupo que gostava de me atacar no meu primeiro e segundo ano de escola teriam me feito coisas horríveis em um facebook, por exemplo. 

E é disso que tenho medo, pois não sei o mundo que espera a minha filha, qual o tamanho da maldade. Quantos pais que não entendem que isso começa na infância e o que fazem perto das crianças são exemplos que arrastam. Já notei algumas coisas chatas aqui no condomínio com a Malu e encontrei esse relato da Mari do blog Caderninho da Mamãe que corrobora um pouco com o que falei "Bullying infantil. Ou sobre quando minha filha foi rejeitada."

O que isso trouxe para a minha vida é que mesmo com a minha auto estima tendo ficado mais elevada com o passar dos anos, algumas vezes, ainda me sinto voltar para a adolescência nos tempos de colégio. Com pessoas que ainda valorizam mais o ter do que o ser, com panelinhas e atitudes mesquinhas e essas pessoas depois têm filhos e passam esses valores distorcidos para as crianças. 
Sinceramente, espero muito que isso mude, mas aos poucos vejo que só o que posso fazer é preparar a minha filha e ensiná-la que o que conta é o coração. 
Torço para que muitos outros pais façam o mesmo!

Imagem retirada da internet

8 dicas para economizar na Disney - Por Claudia Bins

As dicas no blog hoje vão ser com a querida da Claudia do blog As passeadeiras. Para quem quer ir para a Disney precisa ver essas dicas, pois são imprescindíveis. 
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Adorei o convite da Sabrina para escrever sobre a Disney. O destino de sonhos de nove entre dez famílias no Brasil pode, no início, parecer um sonho difícil de ser realizado. Ainda mais com o dólar nas alturas... Pensando nisso, vou listar aqui hoje 8 dicas de como aproveitar Orlando mesmo com o orçamento apertado. Vamos lá?

10 da noite no Magic Kingdom

1. Escolha as melhores datas

A primeira coisa que devemos considerar é o período em que a viagem será realizada. O site WDWPrepSchool tem um gráfico com a história de ocupação dos parques, onde os pontos verdes marcam as datas menos lotadas e as vermelhas as datas mais lotadas em 2016 e 2017. Isso faz toda a diferença, uma vez que nos períodos de menor ocupação é quando surgem as promoções (veja o item 3) e também quando as acomodações ficam mais em conta. 

2. Hospedagem

Aqui você precisa levar alguns pontos em consideração. Se você ficar hospedado em algum hotel do complexo Disney, você terá transporte gratuito entre o hotel e os parques, economizando assim na locação de veículos. Por outro lado, você não terá autonomia para passear nos outros lugares. Outra opção é alugar um apartamento ou até mesmo uma casa, que pode ser uma excelente alternativa se você estiver com um grupo maior de pessoas. Você encontra uma lista de 7 hotéis BBB em Orlando aqui. Se você pensa em alugar uma casa, veja esse post super esclarecedor do blog Viajando com Pimpolhos, aqui.

3. Alimentação

Informe-se, antes de viajar, sobre a possibilidade de adquirir o Free Dining Plan, o plano de refeições da Disney. Para entender melhor como funciona esse plano, dê uma olhadinha no post da Lu Misura do blog Colagem aqui, onde ela conta como economizou 900 dólares utilizando o plano.

Outra maneira de economizar na Disney é fazendo compras no supermercado e fazendo algumas refeições no hotel mesmo. A grande maioria dos hotéis tem frigobar e micro ondas e alguns tem cozinha. Assim, você pode tomar café da manhã e jantar no hotel, economizando muito nas refeições. Mesmo nos hotéis sem micro ondas no quarto é possível economizar. Por exemplo, no hotel Art of Animations, onde ficamos da última vez, havia um restaurante enorme onde, em vários locais, dentro do salão, havia micro ondas espalhados, para uso dos hóspedes. Lá é um misto de restaurante e mercado, onde os hóspedes podem comprar produtos ou alimentos, passar no caixa e comer ali mesmo. Várias pessoas levam seus próprios produtos e usam o micro ondas e as mesas e cadeiras ali, sem comprar nada. Tudo normal!

Outra dica é a água. Nos Estados Unidos a água da torneira é perfeitamente potável. Não tem motivo nenhum para você comprar água. Você pode levar sua garrafinha e encher em qualquer bebedouro ou pia mesmo ao longo do dia. Leve lanche, frutas e até chocolate para os lanchinhos ao longo do dia, nos parques. Assim você vai economizar mais um pouco, não é?

Suíte Pequena Sereia no Art of Animation Resort

4. Quantos dias ficar?

Aí depende de quanto tempo você tem e qual é seu orçamento. Supondo que você não disponha de muito tempo ou dinheiro, você pode escolher alguns poucos parques em poucos dias. Eu, pelo menos, sempre penso que pouco é melhor que nada e que podemos aproveitar ao máximo o pouco que temos. A dica então, nesse caso, é pensar na idade das crianças, para poder escolher bem a programação. Para crianças pequenas, até 8 ou 9 anos eu sugiro 2 dias no Magic Kingdom, dois dias nos parques da Universal e um dia em algum dos outros parques. São 5 dias inteiros nos parques mais 2 dias de deslocamento, fecha uma semana de viagem à Disney. Se for com meninos, leia aqui dicas de lugares na Disney onde os meninos podem virar príncipes, piratas, super heróis e até Jedis. Agora se você vai com meninas, reserve alguns dólares para levá-las ao Bibbidi Bobbidi Boutique, para que elas realizem o sonho de ter um dia de princesa. Contamos tudo aí no link, inclusive como economizar nisso também.

Bibbidi Bobbido Boutique

5. Como aproveitar mais o tempo nos parques

Os parques são grandes, as filas são enormes e o tempo geralmente é curto. Como fazer então para aproveitar bem? A primeira dica que dou é a de estudar o parque antes de viajar. Eu explico. Procure na internet o mapa-esquema dos parques e veja como eles funcionam. Por exemplo, o Magic Kingdom é dividido em "áreas temáticas". Cada área vai ter as atrações relacionadas ao tema. Então, por exemplo, se você quer visitar os Piratas do Caribe, que fica do lado esquerdo do parque e também a montanha russa da Branca de Neve, não vai visitar um seguido do outro, pois terá que atravessar o parque inteiro para isso. Planeje bem sua visita ou, ao menos, siga uma lógica de visitação (por exemplo, sentido horário).

Disney Magic Kingdom Map

Use o Fast Pass, o sistema de gerenciamento das filas das atrações existentes nos parques da Disney que é gratuito e disponível a todos os visitantes. Você pode agendar até 3 das atrações, por parque, por dia, utilizando o App da Disney em até 60 dias de antecedência (se ficar hospedado em um dos hotéis da Disney) ou em até 30 dias se ficar em outro local. Três atrações é pouco mesmo, então mais uma vez você terá que prestar atenção com os horários e localização dos agendamentos, para não se atrapalhar. Eu sugiro agendar uma atração por turno. 

6. Como se deslocar dentro dos parques

Se você vai com crianças de até 8 anos eu sugiro levar um carrinho tipo guarda-chuva, no mínimo. Você pode levar desde o Brasil, caso tenha um, pode comprar lá em algum Walmart ou até mesmo alugar. Pesquise os preços na internet e veja o custo-benefício. Nós alugamos um carrinho na Kingdom Strollers, uma dica do blog Viagens que Sonhamos, e foi simplesmente uma salvação. Imagine ficar 12 horas em um parque, com crianças pequenas, sem um carrinho? É impossível, já vou avisando. Será stress na certa. A Juju tirava sonecas, descansava e, graças a ele, nós aproveitamos muito mais os dias. Além disso, a empresa entrega o carrinho no hotel e retira lá também. Rápido, fácil e seguri.

Nosso carrinho alugado

7. Cuidados e preparação para a viagem

Como qualquer lugar lotado, fique de olho em seus filhos. Use etiquetas de identificação, com o nome e telefone para contato, bem como o nome do hotel ou endereço onde estão hospedados. Ensine as crianças, assim que chegar no parque, a identificar os funcionários e o que dizer caso se percam. Oriente-os para que não saiam do parque de maneira alguma com estranhos e caso alguém queira levá-los, grite e peça ajuda. Eu sempre digo para as minhas que é melhor elas passarem por malucas do que serem levadas por estranhos! Lembre-se: reze pelo melhor mas se prepare para o pior. Sempre.

A preparação também deve envolver muita conversa com as crianças, além de preparação física mesmo. Caminhe muito com eles, meses antes de viajarem, para que acostumem e não reclamem (muito) durante os passeios.  Explique o que vai acontecer, desde o momento de ir para o aeroporto. Descreva sem economizar detalhes. Crianças não lidam bem com surpresas. Quanto mais você falar com elas, melhor elas se comportarão durante a viagem. Pode acreditar! Fale sobre a comida que será diferente, fale das caminhadas, das filas, do sono incômodo no avião, fale do tamanho dos parques e do tipo de atrações. Conte tudo. Se puder, mostre vídeos dos parques na internet.

8. Seja o que você é de melhor. Tenha consciência da realidade.

Aqui, vale para qualquer viagem com crianças. Aceite que viajar com crianças não será um descanso para você (caso viaje sem babá). Provavelmente você voltará mais cansada do que antes de viajar. Você vai conviver com as crianças 24 horas por dia, sem períodos na escola, sem ajuda. Aproveite para reforçar os laços, para prestar atenção nas crianças, em como você é junto com elas. Leia os sinais de cansaço, de alteração comportamental e aja antes que virem um problema. Não "estique a corda". Se seus filhos estão acostumados a dormir depois do almoço, vá a algum lugar mais sossegado e deixe-os dormir um pouco no carrinho, depois do almoço. Respeite os horários das refeições e tenha sempre água e lanchinhos, caso não dê. Crianças ficam muito estressadas quando tem fome, sono ou cansaço e o resultado pode ser bem chato para todos. Ajude-as a passar o tempo nas filas. Bole brincadeiras, conte o que farão depois, invente histórias. Seja criativa(o). 

Zoeira na fila para ver as princesas do Frozen

Converse com o marido (ou esposa) e divida bem as tarefas, para que não fique pesado só para um. Explique para ele(a) o que você espera dele(a), faça tratos e combinações antes da viagem e, caso não aconteça conforme combinado, converse novamente, tantas vezes quantas forem necessárias. A dica aqui é lidar como se fosse um(a) colega de trabalho. Com respeito, sem mimimi, sem dramas, sem mágoas. Vocês estão juntos em uma situação e juntos vão ficar. Sejam um time e joguem para a vitória. Ajudem-se mutuamente.Os filhos percebem quando há harmonia... e também quando não há.

Finalmente, relaxem e aproveitem. Lembrem-se que viajar é um processo, uma aprendizagem, para nós e para as crianças também. Quanto mais vocês viajarem, mais fácil fica!


Dê uma olhadinha no post que dá 7 dicas de como arrumar as malas aqui e aqui contamos 15 dicas para viajar de avião com crianças.

Beijos e boa viagem!

Claudia
@AsPasseadeiras e facebook/aspasseadeiras

Nós compartilhamos a maternidade

Em 2013 resolvi colocar em um blog algumas dicas e coisas que passei e passo depois da maternidade, vi que mais mães precisam de conselhos e de perceber que elas não estão sozinhas em cada perrengue que aparece. Outras mães também resolveram fazer o mesmo e por causa delas vejo que "não sou só eu", hoje decidi compartilhar alguns blogs que tu também deves conhecer.


Hoje serão 7 os que vou indicar.

1- Camila Campos - Mammys - www.mammys.com.br
A Cá é nutricionista e mãe de 3 pimpolhos, as lindas Maria Clara e Rafaela e do pequeno Caio (com um cabelo que eu adoro). No blog ela fala sobre nutrição, bem estar, diversão e como é ser mãe de 3, que pode ser uma loucura, mas na verdade é uma delícia. 
No instagram tu encontras a Cá no @blog_mammys. 



2- Vanessa Martini - Mãezinha vai com as outras - www.maezinhavaicomasoutras.com.br 
A Van é a que tenho mais contato, pois mora aqui em Porto Alegre e vira e mexe estamos fazendo algo juntas, ela é jornalista e mãe do Theo. O blog veio para dividir dúvidas e experiências do mundo materno, lá ela fala sobre alimentação, mostra várias decorações bacanas, dicas de diversão com os pequenos, conta com ajuda de especialistas e fala sobre a maternidade como ela é.
Encontras a Van também no instagram @maezinhavaicomasoutras. 



3- Genislene Borges - Meu mundo materno - www.meumundomaterno.com.br
A Genis é professora há 20 anos e mãe do José Marcos (que amo ver no snap). O blog primeiro começou com o Reciclando com a Mamãe, mas depois com a necessidade de falar mais sobre a maternidade, a Genis, criou o Meu Mundo Materno.  Lá ela conta sobre artes, festas, educação, receitas... tudo que envolve a maternidade real.
Encontras a Genis no instagram @meumundomaterno. 


4- Michele Gobbato - Espaço das Mamães - www.espacodasmamaes.blogspot.com.br

A Mi, formada em Processamento de Dados, é mãe do Guilherme. No blog ela encontrou uma forma de compartilhar e aprender mais sobre maternidade. A Mi participa comigo do @clubmamaesfit, então ela também tem muito para contar sobre saúde.
Encontras a Mi no instagram @espacodasmamaes.  


5- Edilene Gualberto - Etc e Mãe -  www.etcemae.com.br

A Edi é advogada e mãe de 3 figurinhas, José Carlos, Théo e Estela. No blog ela fala sobre humanização do parto, alimentação, direito de família, festas, viagens e muito mais coisas bacanas. 
Tu a encontras no instagram @etcemae. 



6- Tatiane Freitas - Prioridade de Mãe - www.prioridadedemae.com

A Tati tem duas princesas, a Maria Eduarda e a Iris Bethânia. No blog ela fala sobre o que ela descobriu na maternidade e mostra uma parte bem bacana de mulher que tanto esquecemos depois que os filhos nascem. 
Tu a encontras também no instagram @prioridadedemae

Espero que vocês gostem de acompanhá-las assim como eu adoro!

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