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Dia dos pais em fotos

Ter todos os momentos especiais da nossa vida registrados é o que eu amo. 
Para mim é muito difícil pensar em qualquer festa sem um fotógrafo para registrar o que eu não conseguiria capturar.
E para o dia dos pais não seria diferente, Malu e o papai fizeram uma mini sessão de fotos para essa data tão especial. Não consegui colocar as fotos antes do dia dos pais, pois estávamos viajando.

E mamães, incomodem os papais a participarem desses momentos fotográficos, pois é um registro que fica para sempre. 

E vão dizer que não ficam lindas?

Fotos, claro, Marla Gil Fotografia.











Aborto masculino

Imagem retirada da página Na mira da mamãe

Essa história da foto parece maluca, triste e revoltante, mas, infelizmente é uma história muito comum que acontece em milhares de famílias. 
Tu podes não conhecer a expressão aborto masculino, mas ela existe. Ela não se refere ao homem que tenta de todas as formas que a namorada, mulher, ficante ou qualquer coisa assim faça um aborto, ela se refere aos homens que simplesmente ao saber da gravidez ou já do filho nascido dão as costas a essa criança. 

O aborto masculino não é punido, não é discriminatório, ele apenas existe e para a maioria da sociedade é aceito como normal. 

Com base no Censo Escolar de 2011, é apontado que existam 5,5 milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento.

Eu sou vítima de um aborto masculino e o pior, ele me abortou várias vezes. Ele me abortou quando ao saber da minha existência negou que eu era sua filha, depois me abortou quando minha mãe tentou inúmeros contatos com ele e ele se negou e agora, eu, com 30 anos fui abortada novamente. Quando depois de uma discussão ele está há mais de 1 ano sem me procurar e procurar a minha filha.
A triste realidade do aborto masculino é essa, ele pode ser feito várias e várias vezes com a mesma criança, com o mesmo filho e traz marcas para toda a vida.

Mas alguém poderia dizer "coloca na justiça e isso se resolve". Minha mãe, para me proteger, nunca quis colocá-lo na justiça para receber qualquer centavo, o que ela sempre quis foi que ele me desse carinho e amor, que fosse um pai de verdade, que quisesse estar presente em minha vida e pronto. 
Colocar na justiça adianta? Colocar na justiça não consegue intervir em um vínculo, não faz com que exista uma aproximação. Porém, por incrível que pareça, algumas vezes colocar na justiça até pode despertar a vontade de conhecer esse filho e de estar perto dele. Mas mamães que estão aí e envolvidas em um problema como esse, não se iludam, não são todos, e a base dele de casa é que faz com que isso possa modificar e a pessoa que ele está no momento também. 

E muitos dos relatos de filhos que foram procurar seus pais depois de um tempo foi a decepção que tiveram ao encontrá-los. Pois esses caras não quiseram ser pais e, muito provavelmente, aquele mesmo motivo ainda pode imperar. Mesmo que na época possa ter sido por imaturidade, mas se ele nunca foi te procurar, algum motivo tem. 

O mais triste disso tudo, falando da justiça, é que se uma mulher resolve abortar ela é punida severamente, se uma mulher resolve não criar o seu filho e colocá-lo para a adoção ela é punida pela sociedade que acha ela a escória do mundo, porém se um homem resolve abortar esse filho dando as costas, não acontece nada com ele. A justiça não o pune com tanto rigor, já que muitas vezes pagam um salário mínimo ou nem isso, a sociedade não o julga, ele não é visto com maus olhos por essa atitude, ele apenas vive sendo quem ele sempre foi e ninguém toca no assunto. 


Resolvi falar sobre isso, pois quero que cada vez mais seja discutido nas casas de vocês, que vocês vejam como é importante que a sociedade seja modificada por nós mães. Somos nós que criamos os nossos filhos e somos nós que ajudamos a colocar valores em sua vida. Somos nós as responsáveis por mostrar-lhes o quanto é importante ser um pai, fazer parte da vida de um filho, não dar as costas à mulher que gera esse ser tão importante em tua vida. Temos total consciência da importância de uma mãe na sociedade, mas temos que ter consciência de que um pai também é muito importante para que essa sociedade se fortaleça e que não seja mais tão corriqueiro a frase "eu não conheço o meu pai".


Curso ABC do Bebê - 05/12/2015


O 1º curso ABC  do Bebê para Casais Grávidos aconteceu no último dia 05 de dezembro em Porto Alegre, no espaço de festas Santo Mimo.
Eu e a pediatra Fabrizia Faulhaber conversamos com os futuros papais sobre a realidade da vida após os filhos e não apenas os famosos aprendizados em cursos de gestante de apenas trocas de fraldas e banho.
Falamos sobre os cuidados com higiene, diferentes sentimentos de mãe e pai, conversas durante a gestação, período da maternidade, casamento após os filhos e tantos outros.

Contamos com importantes parceiros para que esse curso pudesse se tornar real:
Santo Mimo um espaço de festas super fofo que fica em Porto Alegre.
Jeitinho Gourmet, que fez um delicioso coffee break para os participantes todo em espírito natalino.
Allana Jung Fotografia registrando os momentos especiais do nosso 1º curso ABC do Bebê.
Mamãe Cria a Brinca Toy’s da querida Raquel que além de sortear um lindo sling mostrou todos os brinquedos bacanas e diferentes para os futuros papais.
Fraldas Capricho que mandou kit com sacolinhas e fraldas de 2 tamanhos para os participantes poderem experimentar.
Lansinoh que nos enviou um kit super bacana para as futuras mamães com sacolinha para armazenarem leite materno e mais alguns itens para ajudar na amamentação.
Leite do Bebê com um mimo para cada casal.
Cris Bobsin que deu uma aulinha de maquiagem rápida para as futuras mamães. A Cris é diretora de vendas independente da Mary Kay.
Mundo Lullaby que também nos mandou kits com cheirinho de bebê para os casais e descontos.
Meu Primeiro Brinco da Mari que nos divulgou com todo carinho e nos passou algumas explicações de quando e com quem furar a orelhinha das pequenas.








Esses presentinhos eram de queijo coalho, uma delícia.








Brinquedos Mamãe Cria e Brinca Toy's


Colar para mães com mordedor

Demonstração feita pela Raquel do Mamãe Cria e Brinca Toy's de como fazer a amarração do sling.



Foto Mamãe em Construção

Foto Mamãe em Construção

O Curso contou com dois momentos bem diferentes que foram as mamães na aula de maquiagem para falarmos da importância do se sentir bem depois que o bebê nascer e outro foi o papo de pai para pai feito pelo Daniel, o meu marido, com os futuros papais.


Aula de maquiagem com a Cris.




Papo de pai para pai que os papais foram super participativos perguntando e contando o que já aconteceu.



Nós com a Allana Jung fotógrafa e seu pequeno.

Eu e a Fabrizia

Agradecemos a confiança dos primeiros casais que participaram desse novo estilo de curso para gestantes em Porto Alegre, ficamos muito felizes com a receptividade e participação de cada um deles. A entrega e a emoção que passaram para nós foi maravilhosa e muito gratificante.

E em 2016, esperem, pois teremos mais. Aproveitem e já marquem as amigas grávidas para que todas saibam.

A influência da madrasta

Muitas leitoras só souberam que eu era filha de mãe solteira depois que apareci no programa da Fátima Bernardes contando sobre o assunto. E a partir daí recebi alguns pedidos para contar mais um pouco sobre esse assunto e aqui estou eu para falar de um ponto muito importante que é a influência da madrasta que pode ajudar ou não para a aproximação de pai e filho.
Eu só consegui ver a importância da madrasta na relação de pai e filho, depois que eu fui mãe, pois só sendo mãe eu consegui ter a dimensão do quanto isso pode influenciar nessa relação.
Essa semana está mostrando muito isso na novela I love Paraisópolis, pois a protagonista acabou de virar madrasta. Em um capítulo que ela tinha acabado de casar, mostrou seu ciúme na relação do marido com a futura mãe da criança e isso pode ser um grande problema para que a relação do pai e da criança amadureça e seja saudável.
Normalmente a madrasta chega depois da gravidez já estar "formalizada", sei que pode acontecer de forma diferente, mas deixo para uma outra oportunidade, então muitas se colocam como "eu cheguei depois" e ponto e não é bem assim que tudo funciona.
Por exemplo, no meu caso, a minha madrasta chegou muitos anos depois, eu já tinha mais ou menos uns 9 anos, pelo que eu sei. E o meu pai não tinha me assumido como filha, mas ele contou a ela da minha existência, mas ela se colocou como tendo chegado depois e ponto, sem querer se meter na situação.
Eu antes entendia a posição dela, mas agora como mãe penso completamente diferente.
A maioria dos homens são inseguros, se o cara até hoje não tomou uma decisão de assumir um filho, pode ser que ele precise de uma ajuda para isso. Pois eu sou aquela que pensa "se o cara sabendo que tem um filho não o assumiu, como será com um filho meu?" Pois é, isso é um ponto bem importante para se pensar. Pois o cara está negando amor a uma criança e tu permitindo isso pode ser um problema mais para frente no teu relacionamento. Para mim parece um aval para que ele não seja tão responsável quando tiver um filho contigo.
E como eu disse, possa ser que ele precise de um empurrão para que essa relação aconteça e tu podes ser a pessoa responsável para que isso se torne real. No momento que tu te colocas "tu decides o que queres fazer" para o homem é como "eu prefiro que tudo continue do jeito que está", ou não é? 
Mulher conhece mulher e todas nós sabemos que quando queremos algo falamos o nosso ponto, insistimos, não existe mulher no mundo que não faça isso e quando tu colocas um "tu decide" é que ela não quer e o homem entende muito bem isso e prefere deixar como está, pois ele está num relacionamento amoroso legal e não quer que isso estrague.
Depois que virei mãe e sendo filha de mãe solteira, comecei a entender da grande influência que a madrasta tem nessa relação, vejo que a madrasta deve ser a pessoa que pode ter o poder de fazer esse elo. Não precisa ser ela e nem acho que deva ser a pessoa que vá ao encontro da criança, mas ela é a que diretamente com o seu companheiro tem como ajudá-lo a tomar a decisão de ter um contato com essa criança que realmente necessita dessa figura paterna. 
Saber se essa criança precisa de algum tipo de auxílio é muito importante e principalmente pelo fato do amor que sempre é valioso para qualquer criança em qualquer momento da sua vida. 
Entenda madrasta, essa criança não rouba teu espaço, não rouba teu amor, ela pode se transformar em um filho teu mais para frente e essa criança terá um afeto muito maior sabendo que fostes um pouco responsável para que essa relação acontecesse de maneira saudável.
Nunca impeça que teu namorado ou marido visite a criança, nunca coloque empecilhos, nunca faça caras feias, não demonstre ciúme por essa criança, lembre-se sempre que ela é a maior inocente dessa relação toda. Pois mesmo tu tendo chegado depois, mas sabendo de tudo, tu não tens como te colocar no patamar da criança que não pediu em nenhum momento para que a família dela fosse diferente da "tradicional". Tu és sim peça chave para que essa relação continue saudável ou se torne saudável.
Eu sempre falo, quando tu não entras numa relação enganada, começas ali a ter uma grande responsabilidade. Ter ciúme da criança ou da mãe da criança será tão ruim para o relacionamento da criança com o pai, como para o teu próprio relacionamento com o teu companheiro. E isso eu falo tanto para uma relação de pai e filho que ainda não se formou (pelo pai não ter assumido), quanto para uma relação de pai e filho já consolidada. 

Foto retirada do blog  Candice Curry: Women with Worth onde tem uma carta linda escrita por ela para a madrasta da filha.

Próximo tópico aqui será sobre a relação da mãe da criança com o pai, vou deixar para a próxima semana. 
Caso queiram saber mais como fazer algo diferente nessa relação, tirar dúvidas, falar teu posicionamento ou até mesmo teu depoimento pessoal, entre em contato comigo pelo email: mamaeemconstrucao@gmail.com 

Semana Paternidade Ativa: Daniel (o marido)

E hoje a última entrevista da Semana Paternidade Ativa do blog.
Bom, eu teria outros pais muito legais para chamar, mas eu não poderia deixar de fora o que me fez realmente a entender o que é ser pai, o que é amar incondicionalmente seu filho desde o primeiro minuto, a se desdobrar para acompanhar todos os momentos, fazer questão de estar presente e se sentir presente, de amar ir à praça e correr com o filho. 
Aquele, que também foi o que quis fazer parte da minha vida para sempre, Daniel, o marido.

Vou contar que tivemos um probleminha técnico, eu fiz as perguntas na minha agenda e ia mandar por email para ele, ele resolveu tirar foto da agenda para ser mais rápido e mandou as respostas por email, viemos para a casa da minha mãe e eu não tinha visto o email que ele me mandou. Ao abrir vi que ele não tinha colocado as perguntas no corpo do email, a agenda eu deixei em casa e o marido apagou a foto das perguntas. Então as perguntas foram lembradas, mas acho que as respostas estão perfeitas.


Vamos à entrevista.

Mamãe em Construção: Para que o pessoal possa te conhecer antes de mim e da Maria Luísa chegarmos na tua vida... Como foi e é a tua relação com o teu pai? 
Daniel: A minha relação com meu pai sempre foi ótima. Ele sempre demonstrou muito amor e carinho por nós. Sempre foi muito brincalhão e piadista, mas tanto eu como minha irmã sabíamos a hora em que ele falava sério, e nunca nos faltou respeito por conta disso.

Mamãe em Construção: O teu pai foi um pai participativo na criação de vocês?
Daniel: Meu pai sempre foi muito participativo. Ele ficou algum tempo desempregado, infelizmente, e minha mãe segurava a onda sozinha em casa, mas, em compensação, papai fazia todo o restante do "serviço". Era ele quem estudava comigo, por horas a fio, principalmente quando eu estava estudando pro concurso de admissão do CMRJ, há longínquos 23 anos... Ele espalhava milhares de cartazes pela casa, com regras gramaticais, mapas, resumos, enfim. 

Mamãe em Construção: Tu tinhas vontade de ser pai? Tu tens o teu pai como exemplo no teu estilo de ser pai?
Daniel: Sempre tive uma vontade imensa de ser pai, e o meu pai sempre foi o meu maior exemplo. Não só pela diversão que era nossa relação, mas também pelo carinho que ele sempre demonstrou. Mas hoje vejo que eu e Rafa, muitas vezes, entrávamos em conflito com mamãe por não entendermos que os dois eram muito diferentes na forma de abordar o que nós fazíamos ou deixávamos de fazer. Papai sempre teve um pavio maior para as nossas mal-criações, o que para a criança é muito melhor, não que isso esteja certo... E acho que até nisso ele foi exemplo, porque hoje eu evito ser leniente a ponto da Malu vir a pesar injustamente a balança pra qualquer um do lados, evitar aquela imagem de que só um é o "carrasco". Papai sempre foi um grande amigo, mas às vezes nós nos aproveitávamos disso pra nos darmos bem... 


Mamãe em Construção: Quando realmente te sentisse pai?
Daniel: Antes da Malu nascer, quando nós contamos pro pessoal da faculdade que estávamos "grávidos", o Vinícius conversou com a gente, depois do FDR Soccer, e disse que quando ele foi pai, no momento em que a filha dele nasceu, ele foi tomado por um amor incondicional, que na gravidez ele ainda não tinha experimentado. E foi exatamente isso que aconteceu comigo também! E acredito que com a maioria dos pais. A mãe é mãe desde sempre, ela ri, chora, sente, sofre, se alegra, desde o dia em que sabe que está grávida, por todas as transformações que ela passa. O pai, não. O pai fica naquela: "legal, o bebê mexeu", "olha o nariz, parece com o teu" (apesar de nem ter entendido onde estava o nariz naquele ultrassom...), porque ele não passa por nenhuma metamorfose durante a gestação, apesar do amadurecimento natural que a gente é obrigado a ter nesse período. Só que no momento em que a Malu nasceu e deu o primeiro choro, eu senti como se um "roto-rooter" gigante tivesse puxado meu estômago, e meus olhos estivessem se abrindo a primeira vez também! É a hora que cai a ficha, a hora do "puta-que-pariu, sou pai!!" É uma sensação avassaladora, um amor realmente incondicional que te toma de uma vez só, inexplicável.
ps: ele tinha que soltar um palavrão


Mamãe em Construção: Qual foi a maior dificuldade que sentisse na paternidade? 
Daniel: O mais difícil na paternidade não são as noites mal-dormidas, o choro, as fraldas, nada disso. Pra mim, é a carga de responsabilidade que recai sobre a gente. A partir dali não dá mais pra deixar nada pro outro dia, não dá pra tomar uma decisão arriscada, de supetão (apesar de ainda fazer de vez em quando...). O teu filho se torna a coisa mais importante pra você, e tudo passa a ser pensado em função disso. É óbvio que o trabalho braçal que um neném demanda, o sono interrompido e todo o resto não são fáceis. Mas nos primeiros meses o mais difícil pro homem (pelo menos pra mim) é conciliar tudo isso com o trabalho e, principalmente, dar atenção à mulher. Ela está numa situação de extrema fragilidade, mas o pai acaba dando atenção quase exclusiva pra criança, não por maldade com a mulher, mas naquela ideia: "olha o tamaninho disso, tão pequenininho... A mãe? Ela já tá grande, daqui a pouco ela se vira!"


Mamãe em Construção: Quando decidistes que serias um pai participativo?
Daniel: Eu nunca pensei "vou ser participativo!" Pra mim isso é algo que deveria ser natural, pelo menos foi assim que eu vi as coisas acontecendo na minha infância. Eu nunca tive dentro de casa aquela visão do pai que senta no sofá vendo TV e tomando uma cerveja e a mãe trabalhando que nem um camelo pelos filhos e pela casa. Então pra mim isso de que o homem tem que "ajudar" é meio fora de contexto. Homem não tem que "ajudar", ele tem que fazer o seu papel de pai, de quem fez o filho junto. Botar filho no mundo pra outros criarem é fácil, mas não é ser pai nem mãe. Logicamente, nem sempre atingimos o nível de excelência na execução das tarefas exigido pelas nossas digníssimas esposas, nem de atenção, mas aí o problema é genético...

Mamãe em Construção: Deixe um recado para os outros papais:
Daniel: Eu não tenho um recado pros papais, não. Acho que, antes de tudo, cada um deve fazer aquilo que acha correto, de acordo com suas circunstâncias. Eu tenho "n" defeitos, então não tenho moral pra dar recado pra ninguém. Deve ter camarada que vai ler isso tudo aqui e pensar "aham, valeu babaca!!", mas acredito que fazer de tudo por quem se ama nunca é demais.

Eu coloquei uma perguntinha só de sacanagem, mas como ele respondeu tão bonitinho que eu resolvi colocar para finalizar a entrevista. 
Mamãe em Construção: Deixe uma declaração de amor para a tua mulher.
DanielEssa é a mais fácil! Eu amo muito minha mulher, e apesar de não conseguir expressar tão bem isso e do meu gênio difícil, ela é a mulher que me fez crescer, amadurecer, aprender a pensar mais nos outros, a fazer o bem, a falar e a dividir alegrias e angústias. Ela foi quem ligou o primeiro "roto-rooter", e é também por ela que a cada dia eu tento me lapidar, como a uma pedra, para que possamos crescer juntos e continuarmos nos amarmos cada vez mais.  


Dani, depois de quase 2 anos de blog pela primeira vez consigo fazer tu participares, muito obrigada!!!
Desde o primeiro minuto do nascimento da Maria Luísa ele se tornou um super pai, trocou fralda desde o primeiro dia na maternidade, acordava na madrugada e dormia sentado colocando a Maria Luísa para dormir, levou banho de cocô, participou de todas as consultas tanto do pré-natal como das idas ao pediatra e é um super contador de histórias de ninar. 
Daniel, obrigada por ser esse pai e marido que participa de todos os nossos momentos. Parabéns pelo dia dos pais!!!!!!

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